A repercussão foi tão grande que vários curiosos diariamente procuravam a residência de Maria Rodrigues para conferir a excentricidade. Por esta razão ela teve que cobrar uma taxa para ao menos limitar o acesso de pessoas a sua casa. Até um bloco carnavalesco, o Maracujá do Pânico, foi criado para fazer brincadeiras e comemorar com bastante irreverência o formato do fruto.
Maria Rodrigues de Aguiar Farias mostra seu maracujazeiro (Foto: Honório Moreira/OIMP/D.A Press. )Fonte: G1 Maranhão
